VIAGEM PELO ALENTEJO

VIAGEM PELO ALENTEJO

LOUSAL

BEJA

MINAS SÃO DOMINGOS

MÉRTOLA

SÃO CUCUFATE

BARRAGEM ODIVELAS

TORRÃO

O Alentejo aqui tão perto, e nós com uns dias de férias e muita vontade de passear na autocaravana, estava decidido, vamos para o calor, vamos aproveitar estes belos dias de verão, antes que chegue a vontade de provar o vinho novo, e comer as castanhas.

Este verão de 2013 tem sido muito quente, mas o bom isolamento e uma criteriosa manipulação das claraboias, tem permitido que as viagens sejam feitas com alguma comodidade. As muitas viagens de autocaravana já feitas por Espanha e Itália, em pleno mês de Agosto, têm sido um bom treino para enfrentar a canícula, numa próxima viagem vou dar alguns truques  para se viajar sem ar-condicionado e não dormir num “gabinete de sauna”.

O primeiro destino foram as Minas de Lousal, onde chegámos já o sol ia desaparecendo no horizonte.

As Minas do Lousal situadas no concelho de Grândola têm um acesso muito fácil, podemos seguir para o sul pela auto estrada ou pela estrada nacional, esta foi a nossa opção, passado o Canal Caveira, e o cruzamento para Beja, basta seguir com alguma atenção, porque logo vai aparecer a placa indicativa para se virar á direita para o Lousal. Equipado com uma área de serviço para autocaravanas, nem sempre no melhor estado de conservação, oferece um bom local de estacionamento para uma noite tranquila.

Acordámos com o canto do galo, pequeno almoço tomado e fomos dar um passeio pelas antigas instalações da mina agora abandonadas. Os amantes de fotografia certamente vão encontrar muitos motivos para encher os cartões de memória.

A Mina do Lousal está integrada na Faixa Piritosa Ibérica que se estende por 250Km entre o vale do rio Sado e o vale de Guadalquivir em Espanha. Alcançando uma largura de 40 Km em algumas zonas, tem sido explorada desde que em 1882, António Manuel, um lavrador de zona requereu o diploma de descoberta do jazigo. Mas este filão de minérios tem sido explorado á milénios e eram todas estas histórias que nos traziam ao Museu Mineiro do Lousal e ao centro de Ciência Viva aqui instalado desde 2010.

O estacionamento pode ser feito junto ao Museu Mineiro e perto do restaurante instalado nas antigas instalações da mina

O Centro de Ciência Viva está aberto de Terça a Domingo das 10 ás 18h

Vamos começar a visita

Com o apoio de pessoal formado nas áreas da geologia, vamos fazer uma viagem aos tempos em que a mina se encontrava ativa e compreender como os minérios formados á milhões de anos, foram explorados e quanto importantes são no nosso quotidiano

Uma formatura e uma pós-graduação, dão á nossa guia da visita a Tânia, como gosta de ser chamada, uma capacidade de transmitir os conhecimentos, que nos abrem as portas do universo dos minérios

Apresentação multimédia, experimentação e muita interatividade fazem o tempo passar rápido durante a visita

 

 

 

Quando olhámos para o relógio, já a hora do almoço tinha passado, havia que reconfortar

o físico, decidimos almoçar no restaurante

“Armazém Central”

O antigo armazém central, que fazia parte da estrutura funcional da mina, foi recuperado e transformado num restaurante, onde se prova a boa comida alentejana. Aos almoços dos fins de semana, a refeição será acompanhada com cantares alentejanos, do Grupo Coral da Aldeia do Lousal

Após o almoço fizemos um pequeno passeio pelas instalações da mina e retomámos a nossa visita

O Centro de Ciência Viva é complementado com o Museu Mineiro, onde se pode ver a antiga central elétrica e compreender melhor a atividade mineira

Este dia passado com a companhia da Tânia, que tão bem sabia transmitir os seus conhecimentos sobre geologia, e quanto os minérios são importante na nossa vida, passou depressa e já a tarde ia adiantada quando terminámos a nossa visita

Tínhamos de continuar a viagem, regressámos á autocaravana e rumámos a Beja. Ao sair da aldeia do Lousal existe uma padaria devidamente sinalizada, onde se pode comprar pão fabricado em fornos de lenha.

O estacionamento em Beja foi no parque de campismo. O preço e a sua localização na área urbana, são convidativos a passar uma noite calma e ligados á rede elétrica

As piscinas municipais localizadas junto ao parque ainda estavam abertas, rapidamente se vestiram os fatos de banho e já de chinelos calçados, lá fomos dar umas braçadas na piscina olímpica

 

 

 

A noite passada na calma do parque, fez com que a vontade de passear por Beja  viesse cedo, e quando os Bejenses se dirigiam para os seus trabalhos, já nós visitávamos as ruas da Pax Julia. Muitos foram os povos que ocuparam este espaço urbano, e é pena que não exista um centro interpretativo, onde se possa dar testemunho de todas estas vivencias.

No centro urbano de Beja, na  Praça da República, existem duas curiosidades, o Pelourinho foto anterior, possivelmente datado do séc. XIII, que merece a nossa atenção e alguma pesquisa histórica,  está classificado como Imóvel de Interesse Público e a Igreja da Misericórdia

Este edifício mandado construir pelo infante D. Luís, irmão de D. João III, estava destinado a albergar os açougues municipais. A construção da obra atingiu tais proporções e beleza. que o próprio infante propôs que fosse destinado para fins religiosos. De planta quadrada e com colunata mostra bem que terá sido construída para que nela funcionasse o mercado da carne, mas a prática religiosa acabaria por ser o seu destino, tendo funcionado como sede da Misericórdia de Beja. Hoje está ocupada com uma mostra de artesanato dos artesões locais, tendo assim voltado á sua finalidade inicial a mercantilista. É um belo conjunto renascentista de forte influencia italiana, que merece a nossa atenção.

A nossa visita por Beja continuou pelo local onde Júlio César formalizou a paz com os Lusitanos, e que deu a esta cidade o nome de Pax  Júlia. O castelo medieval, conquistado pelas forças de D. Afonso Henriques, hoje envolvido pela área urbana tem uma história curiosa, depois da conquista, foi abandonado quatro meses mais tarde, tendo sido reconquistado por uma expedição de populares, vindos de Santarém, que o tomaram de surpresa nos princípios de Dezembro de 1162. Viria a cair em poder dos mouros durante a ofensiva almóada de Abu Yusuf só tendo retornado  a ser cristã em 1234.

Obra militar que combina os estilos românico, gótico e manuelino, tem uma planta pentagonal. Do alto da Torre de Menagem, a mais alta de Portugal, 40 metros, observa-se uma bela panorâmica sobre a planície alentejana e merece que nos quedemos algum tempo na sua contemplação. No interior do castelo está instalado  o posto de Turismo onde obtivemos as informações necessárias para a continuação da visita.

Muitos são os motivos de interesse oferecidos por Beja e só o deambular pelas suas ruas já constitui um prazer para o viajante, numa dessas ruas fomos encontrar a Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres.

Construída entre 1640 e 1700 o exterior não nos prepara para o deslumbramento que a visita do seu interior nos oferece

A arte do Barroco aparece aqui em toda a sua exuberância, e em boa hora a Diocese de Beja o IPPAR e as equipas de restauro,  permitiram que este monumento fosse retirado do estado de abandono em que tinha caído e em 2004 pôde ser de novo visitado, aquele que é considerado  um dos mais notável testemunho da Arte Total do Barroco Português.

O funcionário que nos recebe, o Sr. António, é um estudioso da história da Igreja e as suas explicações são um complemento precioso para os folhetos que tínhamos obtido no posto de turismo

Um museu instalado nas dependências da igreja oferece alguns artefactos religiosos, que merecem a nossa atenção!?

Continuámos a deambular pelas ruas de Beja

indo ao encontro do Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição

O primeiro duque de Beja, D, Fernando e sua mulher D. Beatriz, pais do rei D. Manuel I e da rainha D. Leonor, fundaram este convento no séc. XV.

Está aqui instalado o Museu Regional de Beja, o seu acervo, a arquitetura e azulejaria do convento, seriam já motivos mais do que suficientes para o interesse da visita

Mas o que verdadeiramente nos trazia de novo a este local, era a visita á Sala do Capítulo, que consideramos uma peça única na monumentalidade de Portugal. Todos temos recordações que nos acompanham ao longo da vida, eu guardo a primeira visita a esta sala, feita na minha infância, como o momento em que fiquei desperto para  os factos históricos e o património cultural do meu país.

Situada no claustro do convento, a entrada na sala faz-se por um pórtico gótico do tempo de D. João II, de planta quadrada, forrada até meia altura por azulejos hispano-árabes quinhentistas e com a abóboda totalmente revestida com pinturas feitas a têmpera do séc. XVIII, ainda hoje e em cada visita, me causa a mesma sensação de espanto pela beleza do local.

 

Depois da visita ao museu e de lembrarmos as cartas de Soror Mariana Alcoforado, estava na altura de deixar este espaço e continuar a visita por Beja, mais um café numa das muitas esplanadas, ouve que preferisse uma bebida gelada que o calor era muito, e ao virar de uma esquina, o acaso fez-nos descobrir o Núcleo Museológico da Rua do Sembrano

Aberto ao publico desde 2007 é uma estrutura que alberga um sítio arqueológico com vestígios da idade do ferro e posteriores. Descoberto durante a construção de uma moradia este espaço arqueológico foi preservado e o edifício de linhas modernas que alberga a exposição despertou de imediato a nossa curiosidade

A visita é feita a partir de cima, caminha-se sobre uma estrutura de vidro, ao principio é estranho e dá uma sensação de insegurança, mas logo se ultrapassa o receio inicial e descobrimos vestígios da idade do ferro, que são complementadas com painéis explicativos e mostra de objetos do quotidiano dos povos que habitaram estes espaços

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Estava na altura de reconfortarmos o corpo com o almoço e logo ao sair do espaço museológico, á direita na rua Tomás Vieira, encontrámos a Casa de Pasto Imperial, uma pequena casa de refeições á “antiga” onde se come uma refeição completa por 7,5€, em tempos de crise…

o café foi tomado numa das esplanadas da rua de Mértola, onde se concentra o maior numero de lojas do mercado tradicional em Beja

Estava na altura de continuar a viagem, o próximo destino tinha de incluir a possibilidade de nos refrescarmos, e por ali perto…

As Minas de São Domingos

Existe uma área de serviço para autocaravanas no local

N 37° 40’ 21´´

W 07° 29´56´

Nós estacionamos junto á água da lagoa, e pouco depois já os fatos de banho estavam molhados e nós refrescados, chiça que este verão vai quente e diziam que em 2013 só iriamos ter verão em Setembro…

Este local é muito agradável e passam-se bons momentos nas Minas de São Domingos. Olha está ali o homem dos gelados de Mértola o  “Nicolau”

Reencontrar o Sr. Nicolau e ficar um pouco á fala, é sempre um prazer, porque os gelados feitos por ele são mesmo bons, e também por já contar 80 anos!!! a vender gelados. Atravessamos tempos em que se perdem estes testemunhos do comercio de proximidade, em que conhecíamos as pessoas que fabricavam os bens que consumíamos, e ir vendo que o Sr. Nicolau continua a empurrar o seu carrinho de gelados artesanal é para nós motivo de contentamento.

Ficámos a saborear os gelados e os últimos banhos já ao pôr-do-sol, até que o aproximar da noite nos levou até Moreanes, uma pequena aldeia na estrada para Mértola, onde visitámos uns amigos e passámos uma noite tranquila.

Fomos acordados pelo cantar dos pássaros que também tinham dormido nas árvores por cima da autocaravana… cuidado não estacionar debaixo de árvores dormitórios da passarada, de manhã vão precisar de uma mangueira, muita água e um bom esfregão!!!

Já com o pequeno almoço tomado, e a autocaravana de novo com um ar decente, seguimos viagem para Mértola

Estacionámos junto ao Quartel dos Bombeiros, local amplo e muito próximo dos pontos de interesse

N 37° 38´26´´

W 07° 39´48´

A primeira visita foi ao posto de turismo, onde se obteve toda a informação turística sobre Mértola, a pesquisa na net também é uma preciosa ajuda  http://www.cm-mertola.pt

Junto ao posto de turismo existe um pequeno centro de venda de artesanato onde se pode ver a arte da tecelagem ao vivo

Junto ao rio Guadiana a vila de Mértola ou “Mārtulah”, como era designada durante a ocupação muçulmana, tem testemunhos dos muitos povos que por aqui passaram, desde os Fenícios, Cartagineses, Romanos e Árabes tendo sido estes últimos os que deixaram os vestígios mais significativos. Ver o site www.mertolaonline.com

A Igreja Matriz ou Igreja de Nossa Senhora da Assunção, é um bom exemplo destes testemunhos, apresenta vestígios da ocupação romana e da ocupação almóada, tendo sido construída sobre o espaço de um anterior santuário muçulmano.

Continuámos a visita percorrendo o emaranhado medieval das ruas da vila, descobrindo recantos e antigas oficinas que foram preservadas para as gerações futuras, como por exemplo a “Oficina do Ferrador”.

Mas não se encontram apenas as antigas oficinas, também podemos visitar a oficina de ourivesaria de Nádia Torres, docente  de Educação Visual, diversifica a sua atividade por várias áreas das artes plásticas, mas é no seu atelier de ourivesaria na rua N. Srª da Conceição que a vamos encontrar ocupada com a criação de novas peças que pela sua concepção estética e originalidade não nos deixam indiferentes.

A oficina desdobra-se num espaço, onde se comercializam as peças que cria, e também oferece a possibilidade de turismo rural, muito procurado por interessados em workshops de ourivesaria.

A conversa perlongava-se por momentos muito agradáveis, mas tínhamos de continuar a visita, e ao sair da oficina á esquerda encontramos o Museu Islâmico.

Instalado nos antigos celeiros da Casa de Bragança, este museu com um projeto arquitectónico que aproveita as antigas estruturas do local, oferece aos visitantes a mais importante coleção de arte islâmica de Portugal

Destaca-se o espólio cerâmico que apoiado numa pequena apresentação multimédia, nos transporta para o quotidiano da Mértola islâmica

Estávamos absorvidos com a leitura das notas explicativas, quando alguém olhando pela janela disse…

Parece que vem aí uma carga de água… O quê?! e as claraboias ficaram todas abertas…corre…

De facto foi uma correria pelas ruas molhadas e escorregadias de Mértola, tentando chegar á autocaravana antes de esta se transformar num aquário!

Mesmo a tempo, molhados… mas o interior da autocaravana seco!

E se chovia, tínhamos passado de um quente dia de verão ao inverno mais rigoroso em poucos minutos, a estrada ficou inundada e se os primeiros carros ainda passaram

os seguintes já ficaram imobilizados, e só a proximidade dos bombeiros evitou o pior, nós deslocámos a autocaravana para um local mais elevado… mais vale prevenir.

Não havia mais nada a fazer, a chuva tinha vindo para ficar neste fim de tarde, e decidimos continuar a viagem para a vila de Cuba.

Estacionámos no local habitual, no centro da vila mas calmo e seguro

N 38° 09´ 47´´

W 07° 53´37´

A noite foi passada debaixo de chuva mas na manhã seguinte o sol brilhava de novo

A vila de Cuba merece uma visita com mais tempo,  ficará para uma próxima viagem, nós estávamos a caminho da Vila Romana de São Cucufate.

Estas ruinas da Villa Romana Áulica do século I d.C., ficam situadas em Vila de Frades, perto da Vidigueira

Neste sítio arqueológico é possível ver vestígios das termas, jardim e um templo, para além das antigas estruturas agrícolas, atestando a importância da agricultura desta zona durante a ocupação romana.

Uma apresentação multimédia ajuda-nos a compreender a história deste local que se manteve ocupado até ao séc. IV

O local tem placas de apoio á visita mas a net pode ajudar…

http://www.rotas.xl.pt

inserir São Cucufate na janela da pesquisa

Foi feito um grande trabalho na recuperação das ruinas de forma a tornar a visita mais agradável e culturalmente mais interessante.

Na nossa visita anterior, á alguns anos tínhamos ficado tristes com o grau de abandono que umas ruinas desta dimensão apresentavam.

A apresentação multimédia, algum trabalho de pesquisa na net , e as placas explicativas, colocadas em pontos estratégicos no percurso da visita, foram auxiliares preciosos na compreensão deste espaço histórico e levam-nos a aconselhar vivamente que os companheiros autocaravanistas, façam deste destino um motivo de uma vossa próxima viagem.

Continuámos a viagem, agora na direção de Vila Ruiva perto de Cuba, com o intuito de visitar o “Insectozoo”,  um Museu Vivo de Insectos Sociais, um trabalho fantástico de João Pedro Cappas, um autodidata que tem dedicado a vida ao estudo dos insectos

Tínhamos visitado este “museu” á alguns anos,  tinha sido uma experiencia muito interessante, e ficámos com muita vontade de regressar para mostrar aos elementos mais novos da família, as colónias de formigas, as colmeias outros insectos, e com as explicações do João Cappas,  compreender melhor a vida destes pequenos seres

Infelizmente o João Cappas tinha tido necessidade de se ausentar e a visita teve de ficar para uma próxima viagem.

Aconselhamos a que telefonem com antecedência a marcar a visita

CAPPAS INSECTOZOO

Rua 5 de Outubro, 40

Vila Ruiva – Cuba

289495136

http://www.cappas-insectozoo.com.pt

Continuámos a viagem agora na direção da barragem de Odivelas

o almoço foi na autocaravana e o café na esplanada do bar de apoio da praia fluvial

Depois de um passeio pelas margens da lagoa continuámos até á vila do Torrão. O estacionamento pode ser feito junto ás piscinas municipais que têm boa sinalização. Nós que estávamos com muito calor e já alguma fome,  que o passeio em Odivelas tinha sido longo, parámos mesmo em frente do café que possivelmente tem os melhores caracóis do Alentejo, aqueles que quando se está a chegar ao fim do primeiro pires já estamos a pedir outro…

Pastelaria Mimosa

Largo de São Francisco, Nº. 2  – Torrão

Tínhamos de resolver o problema das imperiais…a condução teria de ficar para mais tarde, vamos visitar a vila do Torrão. Sede da segunda maior freguesia do País, obteve o seu primeiro foral em 1260 concedido pela Ordem de Santiago, a Igreja de São Francisco e a Ermida da Nossa Senhora do Bom Sucesso são dois locais de interesse nesta visita, Bernardim Ribeiro natural desta vila tem uma merecida estátua no jardim central perto da pastelaria das queijadas e do bolo real, perguntem pelo local que não se vão arrepender

Museu Etnográfico do Torrão

Inaugurado em 2006 privilegia duas temáticas muito importantes para o concelho: o fabrico do pão e a produção de azeite.

Depois da visita em que fomos acompanhados pelo funcionário que nos foi falando sobre a vida no torrão e por indicação deste fizemos um passeio até á fonte situada junto ao rio Xarrama

Encontrámos um percurso devidamente sinalizado que acompanha as “Veredas do Xarrama”, que percorremos na sua fase inicial e  nos deixou a vontade de regressar a esta simpática vila, para uma estadia mais demorada e em que esta caminhada possa ser feita, talvez com a companhia de um grupo de amigos e uma almoçarada junto ao rio

 

 

Regressámos á estrada para a viagem de regresso a casa, e foi já com vontade de combinar um novo passeio, que recebemos os últimos raios de sol desta jornada alentejana.

FIM

 

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